tag: progresso
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- Filmes que nunca tem final feliz
- Diamantino da Silva apresenta o programa "Mocinhos e Bandidos" e recebe Milton Soares trazendo informações e curiosidades do cinema. O programa vai ao ar todos os sábados, ao vivo, às 9h pela TV Geração Z - www.tvgeracaoz.com.br
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- O progresso das comunicações e do cinema
- Diamantino da Silva apresenta o programa "Mocinhos e Bandidos" trazendo informações e curiosidades do cinema. O programa vai ao ar todos os sábados, ao vivo, às 9h pela TV Geração Z - www.tvgeracaoz.com.br
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- Eventos empresariais geram progresso e desenvolvimento
- Jaques Grinberg apresenta o programa "Empreendedorismo Gerando Soluções" que traz o tema: Eventos Empresariais. O programa vai ao ar toda quinta-feira, ao vivo, a partir das 11h pela TV Geração Z - www.tvgeracaoz.com.br
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- Lira Homem de visão! (5 fotos)
- Biografia Ivonildo Di Lira ou simplesmente Lira, como é mais conhecido, é de origem humilde, nasceu há 12 de abril de 1962, em São Rafael (RN) e, desde o ano de 1980, mora em Brasília - DF. http://liranoticias.blogspot.com.br/p/biografia-de-
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- Alba Franco - Mágoa de Boiadeiro
- Visite meu cantinho - http://maeterrra.blogspot.com/ ______________________________________ Mágoa de Boiadeiro Antigamente nem em sonhos existia Tantas pontes sobre os rios nem asfalto das estradas A gente usava quatro ou cinco sinueiros Pra trazer os pantaneiros pro rodeio da boiada Mas hoje em dia tudo é muito diferente Com progresso nossa gente nem sequer faz uma idéia Que entre outros fui pião de boiadeiro Por esse chão brasileiro os heróis da epopéia Tenho saudades de rever das corrutelas as mocinhas Das janelas me acenando uma flor Por tudo isso eu lamento e confesso que A marcha do progresso é a minha grande dor Cada jamanta que eu vejo carregada Transportando uma boiada me aperta o coração E quando olho minha tralha pendurada de tristeza Dou risada pra não chorar de paixão O meu cavalo relinchando pasto a fora Que é por certo também chora na mais triste solidão Meu par de esporas meu chapéu de aba larga Uma bruaca de carga, o meu lenço e o facão Um velho basto, o cinete e o arpeiro O meu laço e o cargueiro, o ginete e o gibão Ainda resta a guaiaca sem dinheiro Deste pobre boiadeiro que perdeu a profissão Não sou poeta, sou apenas um caipira e o tema que me inspira é a fibra de pião Quase chorando imbuído nessas mágoas rabisquei essas palavras e saiu essa canção Canção que fala da saudade das pousadas que eu já fiz com a peonada junto ao fogo de um galpão Saudade louca de ouvir o som manhoso de um berrante preguiçoso nos confins do meu sertão
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